As grandes greves do setor público – as maiores em 20 anos – são parte da resposta aos planos do governo que facilitariam demissões e enfraqueceriam os sindicatos. A ITF está ajudando a mobilizar o apoio dos sindicatos em nível mundial, após o envio de duas missões de alto nível ao país – uma para demonstrar solidariedade à medida que as greves se encaminham, a outra para investigar e expor a perseguição a líderes sindicais. Assim que começou a greve dos caminhoneiros, a polícia prendeu três membros de sindicatos e feriu outros dois.
Agora os sindicatos da ITF estão lançando uma terceira onda de apoio aos seus colegas coreanos, que coincide com as mais recentes greves e com um dia especial de apoio à Coreia que é parte da semana de ação da ITF para ferrovias e rodovias, agora no seu 20º ano.
Os sindicatos coreanos pediram por apoio sindical internacional que pudesse vir na forma de fotos, vídeos, mensagens de apoio e visitas às embaixadas da Coreia do Sul. Descubra como fazer a parte ou o todo disso visitando koreanstrike4justice.org.
O secretário geral da ITF, Steve Cotton, testemunhou a repressão contra os líderes sindicais coreanos e prometeu que os sindicatos da ITF dariam um exemplo de solidariedade ao mundo mediante o apoio aos seus colegas coreanos. Ele prometeu apoiar a greve e os grevistas até que parem os ataques aos sindicatos na Coreia e as tentativas de minar as condições dos trabalhadores.
O presidente da ITF, Paddy Crumlin, participou da missão de julho. Ele comentou: "Essas ações em massa são uma grande rejeição aos planos do governo. Representam a luta dos trabalhadores por direitos, salários e segurança no emprego. À medida que os trabalhadores coreanos se mobilizam, nós também. Eles se encontram sob ataque policial. Eles precisam e merecem nosso apoio e está aberto o caminho para que todos os sindicatos e sindicalistas o deem”.
Visite koreanstrike4justice.org e acompanhe a história em www.facebook.com/ITFglobal e no Twitter usando a hashtag #KoreaStrike4Justice.
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